Fortuna de Weverton Rocha aumentou 700% nos últimos 10 anos

O blog A Carta Política analisou uma fala do senador Weverton Rocha em que ele destaca: “Nós precisamos através de um grande programa de geração de emprego, enfrentar a pobreza do nosso estado. Há 10 anos das 10 cidades mais pobres do Brasil, seis eram do Maranhão. Hoje, oito são do Maranhão. Um estado que é rico, com o seu povo pobre é inaceitável e isso me inquieta”, disse o senador Weverton Rocha, presidente do PDT.

O site avalia que a fala do senador Weverton Rocha não se estende à realidade de todos os maranhenses. Segundo A Carta Política, nesses mesmos 10 anos o senador ostenta uma vida mais próspera financeiramente e passou a ser dono de postos de gasolina – até então pertencentes a agiota; dono de agência de comunicação que controlava Sistema de Comunicação e mansão na beira do Rio Preguiças, em Barreirinhas, Maranhão.

A Carta Política lembrou que na sua primeira eleição para deputado federal, o senador declarou à Justiça Eleitoral possuir exatos R$ 352.500,00. Imobilizados em imóveis e carros. Nesta prestação, já presente sua primeira mansão no Bairro do Olho D’água, adquirida após sua passagem no Governo Jackson Lago.

Em uma apuração minuciosa, o site chegou à conclusão de que o salto na fortuna de Weverton aconteceu na sua eleição para Senador Federal, em 2018. Na eleição anterior, quando eleito pela primeira vez para deputado federal, Weverton manteve seus bens parecidos com o da sua primeira eleição, mesmo possuindo mais terra do que antes. O aumento, em oito anos, foi de mais de 700%, passando a ostentar um patrimônio de R$ 2.468.312,29.

2 comentários em “Fortuna de Weverton Rocha aumentou 700% nos últimos 10 anos”

  1. PDT! Puxa saco do PT e do PCdoB! Comunistinhas.

    E… a:
    Arte.
    Literatura.
    Como ficam? Aqui. Sobretudo a música artística.
    E os livros no Brasil?

    Saúde & educação. Geral. E irrestrita. Isso sim.

    O Brasil precisa urgente voltar a qualidade de sua vida diária boa. Educação nas Escolas. Ter músicas realmente boas no dia a dia. E bons hospitais. O Brasil precisa urgente voltar a qualidade de sua música. PT venera a Indústria Cultural. Melhor para dominar. Literatura e alta cultura é de que o Brasil necessita a tempo nas nossas escolas e na educação das curuminhas. E de música boa. Esteticamente boa. A frente de tudo a qualidade de 1ª. Estética.

    O Jogo de Cartas da Educação Infantil: Seria o bom gosto nas escolas. Tal qual Tarkovsky. Ou como o cinema antigo (de qualidade brasileiro).

    Eis: 1º lugar educação dos mais jovens, para se ter solidez no futuro próximo. Necessitamos muito de bons hospitais. E escolas boas para os curumins. Precisamos de alta-cultura. Alta literatura; Kafka, Drummond, Dostoievski, Machado de Assis, Aluísio Azevedo do Maranhão. De arte autônoma. E educação verdadeira nas escolas dos pequenos. O que não houve. O Brasil vive consequência de nosso passado político bem atual (2 décadas). Fome, falta de moraria, atraso, breguices, escolas ruins, falta de hospitais: concreto… O resto são frasinhas® poderosas: Eis aí a pura e profunda realidade sociológica e filosófica: A “Copa das Copas®” do PT® em vez de se construir hospitais, construiu-se prédios inúteis! A Copa das Copas®, do PT© e de lula©. Nada se fez em 13 anos para esse mal brasileiro horroroso. Apenas propagandas e propagandas e publicidade. Frasinhas. Qual o poder constante da propaganda ininterrupta do PT®?

    Apenas um frio slogan, o LUGAR DE FALA do Petismo® (tal qual “Danoninho© Vale por Um Bifinho”/Ou: “Skol®: a Cerveja que desce Redondo”/Ainda: “Fiat® Touro: Brutalmente Lindo”). Apenas signos dessubstancializados. Sem corporeidade. Aqui a superficialidade do PETISMO®: Signos descorporificados. Sem substância. Não tem nada a ver com um projeto de Nação. Propaganda pura. O PT é truculento.
    Apenas um frio slogan, o LUGAR DE FALA do Petismo®.

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  2. Weverton Rocha é o maior exemplo do milagre da multiplicação que a política partidária no Brasil faz com os chamados homens públicos. Mas o que me causa mais espanto é do fato de o eleitor não se atentar para isso. Há vinte anos, o senador não tinha nem vale transporte para pagar a passagem de volta para casa quando ele estava no andando pelo centro da cidade – geralmente ele ficava no entorno dos órgãos públicos nessa época ele já era militante estudantil- então nesses momentos ele sempre recorria a uma jovem que trabalhava na SEMGOV para que ela lhe arrumasse um vale transporte de papel, então os dois iam para a frente do terminal e pegavam o ônibus.
    Resumindo, essa hoje senhora continua com seu empreguinho na SEMGOV, serviço prestado, com seu salário de R$ 1300,00, e o Weverton quando a vê finge que nunca a conheceu. São histórias que só o Maranhão e o Brasil são capazes de produzir.

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