Na catraca! Lahesio abaixa o tom e reconhece que Aluísio é quem manda

Lahesio Bonfim (PSC) deve abaixar o tom e mudar o seu discurso sobre as condutas e direções que o presidente do PSC, Aluísio Mendes, pretende impor para sua carreira política.

Depois de declarar que Aluísio não tinha procuração para falar em seu nome, Bonfim se retratou e afirmou que as coisas não são bem assim.

“Errar é humano e reconheço que errei na declaração em razão do calor da campanha, as pessoas aproveitaram para criar uma narrativa e fazer repercutir”, disse Bonfim.

Corre nos bastidores da política maranhense que o presidente do PSC teria chamado Bonfim na catraca e dito que sua candidatura ao Governo do Estado dependia do seu apoio a Roberto Rocha (PTB).

Em um tom mais ameno, Lahésio se retratou: “Acho que fui infeliz na declaração porque o Aluísio é o presidente do meu partido, ele não precisa de procuração nenhuma para falar sobre mim pois ele é o presidente, faço parte do partido e tenho que respeitar ordens superiores”, declarou.

E agora, Pastor Bel?

Há quatro anos, Aluísio Mendes já alertava sobre o famigerado Josimar Maranhãozinho

Na campanha eleitoral de 2018, o deputado federal Aluísio Mendes (PSC) alertava a população de Zé Doca sobre a conduta nada impoluta do seu colega Josimar Maranhãozinho (Veja vídeo).

Pelo jeito, a Polícia Federal (PF) também desconfia que Maranhãozinho não tem, de fato, boas condutas, especialmente no trato com as emendas parlamentares destinadas aos municípios.

Desconfiada, a PF investiga o parlamentar há quatro meses e nesta semana deflagrou operação chamada “Descalabro” na qual cumpriu 27 de mandados de busca e apreensão; conseguiu autorização do bloqueio de mais de R$ 6 milhões em patrimônio do parlamentar, além de ter encontrado cerca de R$ 2 milhões em espécie no escritório regional do deputado, em São Luís.