Para camuflar sina bolsonarista, Weverton volta a falar de Lula

Sem perspectiva de avanços na ala “bolsonarista”, o senador Weverton Rocha (PDT) deu indícios de que vai recorrer ao falso discurso de que amigo de Lula (PT).

Após o senador Roberto Rocha (PTB) desarmonizar o movimento “bolsonarista” e proporcionar uma desavença entre membros do mesmo partido, a exemplo de Lahesio Bonfim (PSC) e Aluísio Mendes (PSC), Weverton Rocha muda o seu discurso e tenta forçar uma aproximação com Lula.

“Há uma tentativa insistente em me dissociar do Lula porque sabem que a minha história fala mais alto do que qualquer coligação formal que eles possam fazer com o PT”, declarou.

Na ilusão de que o bolsonarismo pudesse dar certo no Maranhão, dias atrás o senador declarou que pouco importava quem seria o novo presidente, porém as movimentações de Flávio Dino (PSB) e Carlos Brandão o incomodaram e ele articula vincular a sua imagem novamente com a do presidente Lula.

Ausência de Weverton Rocha em eventos de Lula confirmam seu convertimento ao “bolsonarismo”

O eleitorado maranhense já começou a entender que o senador Weverton Rocha (PDT) não está mais com Luiz Inácio Lula da Silva (PDT).

As evidências estão cada vez mais claras e óbvias, a partir da ausência do pedetista em eventos importantes para a eleição de Lula em 2022.

Formando alianças “bolsonaristas” e consciente da forte influência de Lula no Maranhão, o medo está levando Weverton à tentativa de desvincular a imagem de Carlos Brandão (PSB) com o petista.

O senador já não esconde mais o incômodo que é ver o ex-presidente ao lado de Carlos Brandão e Flávio Dino.

Roberto Rocha confirma apoio de Weverton a Bolsonaro no Maranhão

O senador Roberto Rocha (PTB) revelou que o presidente Jair Messias Bolsonaro (PL) ficou impressionado e satisfeito com a engenharia que ele teria montado com outros pré-candidatos bolsonaristas para enfrentar a oposição Carlos Brandão/Flávio Dino.

A afirmação vai de encontro ao posicionamento do senador Weverton Rocha (PDT) que tem negado que o ‘acontecimento político’, que reuniu “mais de dez partidos” tenha sido fruto de uma articulação do Planalto.

“O Weverton, o Edivaldo e o Lahésio vão disputar uma vaga e o combinado é que aquele que entre eles for para o segundo turno tem o apoio dos demais, além claro do meu apoio. De modo que quando eu disse isso ao presidente da república ele ficou muito impressionado e ficou muito satisfeito porque essa engenharia política é uma engenharia muito difícil de fazer.”, revelou Roberto Rocha.

Mídia Nacional volta a destacar traição de Weverton Rocha a Flávio Dino e inclinação para o “bolsonarismo”

A Revista Metrópole publicou uma matéria destacando, novamente, a incoerência e traição do senador Weverton Rocha (PDT) com o seu antigo aliado Flávio Dino (PSB).

Um dos destaques da matéria é o fato de Weverton Rocha ter “declarado apoio a Lula e que contava com a reciprocidade do petista para se eleger ao governo do estado.” Acontece que, dentro da política maranhense, as movimentações não beneficiaram o senador, principalmente depois que o ex-governador Flávio Dino “resolveu apoiar a candidatura de Carlos Brandão (PSB), e não a de Weverton Rocha, ao governo do estado.”

Ainda segundo a revista, desolado, o senador buscou apoio ao “bolsonarismo” e decidiu apoiar a reeleição de Roberto Rocha (PTB) ao Senado Federal, opositor ao ex-governador Flávio Dino.

“O cenário gerou uma disputa pelo apoio de Lula. Weverton Rocha chegou a dizer que Brandão, que era vice de Dino, não esteve sempre ao lado do petista. O senador está usando como slogan de campanha a frase “o melhor amigo de Lula”, diz trecho da matéria.

Já faz um tempo que a mídia nacional vem sinalizando a inclinada de Weverton Rocha para a direita política, principalmente para o “bolsonarismo”, já que em Brasília ele é assumidamente apoiador do presidente Jair Bolsonaro.

A revista conclui a matéria destacando que na época que Weverton esperava o apoio de Lula, “chegou a pedir autorização para estar em um palanque duplo, o de Lula e o de Ciro Gomes, candidato do PDT ao Planalto”, finalizou.

Weverton Rocha oficializa traição a Flávio Dino para apoiar reeleição de senador bolsonarista

O senador Weverton Rocha (PDT) declarou na tarde de hoje (29) que não vai mais apoiar o ex-governador Flávio Dino ao Senado Federal.

A declaração foi dada durante entrevista na cidade de Caxias, no programa “Sai da Lama Podcast” e publicada em primeira mão no Blog do Ludwing. O parlamentar justificou o seu posicionamento por se opor às decisões tomadas pelo ex-governador.

“O nosso grupo já tomou a decisão política: nós não vamos votar no Flávio Dino. (…) Não tem como. Essa opção que ele fez, o caminho que ele procurou percorrer não é o nosso. Então, nós não temos como estar juntos. Agora o candidato, nós iremos discutindo”, disse.

A declaração vem um dia depois de o senador Roberto Rocha (PTB) anunciar que vai concorrer a uma vaga no Senado Federal, após articular em Brasília com o PSD, PDT e PL.

Declaradamente bolsonarista em Brasília, Weverton Rocha continua utilizando a imagem de Lula no Maranhão

O senador Weverton Rocha (PDT) continua usando a imagem de Luís Inácio Lula da Silva (PT) em sua pré-campanha para o Governo do Estado do Maranhão.

A aproximação com o ex-presidente é uma tentativa de ludibriar o eleitor maranhense, se aproveitando da popularidade de Lula. Recentemente, a jornalista paulista Thaís Bilenky afirmou que Rocha trocou Lula por Jair Bolsonaro (PL) e que em Brasília o senador é assumidamente “bolsonarista”.

Nas suas redes sociais, Weverton Rocha publicou que irá participar de um encontro de petistas que será realizado no dia 20 no auditório da FETAEMA em São José de Ribamar.

Basta saber se o senador bolsonarista foi convidado e se não vai ser barrado na entrada do evento.

Mídia Nacional confirma que Weverton trocou Lula por Bolsonaro: “Em Brasília, ele é perfeitamente bolsonarista”

No Maranhão, atrás dos ônibus, nos outdoors, panfletos e discursos, o senador Weverton Rocha (PDT) é Lula até debaixo d’água. Em Brasília, porém, o pedetista é Bolsonaro de corpo, bolso, alma e emendas. A identidade dupla do senador foi revelada pelo conceituadíssimo Foro de Teresina, um podcast de política da Revista Piauí.

Em debate sobre manobras usadas por deputados e senadores ligados ao Presidente, que estariam usando a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) para irrigarem suas emendas parlamentares por meio do orçamento secreto para beneficiarem as suas bases, surge o nome da empresa sediada em Imperatriz – MA, Engefort Construtora e Empreendimentos LTDA, como uma das principais vencedoras de licitações no Governo Bolsonaro.

Em seu comentário no podcast, a jornalista paulista Thaís Bilenky, associa o prefeito de Imperatriz, Assis Ramos (União Brasil), como um dos principais aliados do senador Weverton Rocha, presidente do PDT do Maranhão. Fato, esse, que indica o crescimento da Engefort no cenário nacional e a ligação entre o senador pedetista e o “bolsonarismo”.

“Weverton Rocha trocou o Lula por Bolsonaro para disputar a eleição contra o Governador Carlos Brandão e faz parte do círculo de amizade de Flávio Bolsonaro e do bolsonarismo em Brasilia. No Maranhão ele não é declaradamente bolsonarista, mas em Brasília ele é perfeitamente bolsonarista”, disse Thaís Bilenky.

Ainda segundo a jornalista, o município de Imperatriz teria saído do anonimato das emendas parlamentares, sendo beneficiada com quase R$ 14 milhões, enquanto a capital São Luís com apenas R$ 1,5 milhão.

Thaís Bilenky ainda citou a ligação entre Weverton Rocha e o senador Davi Alcolumbre, amigo íntimo pastor Gilmar Moura, chefe do esquema no MEC que derrubou o ministro Milton Ribeiro. Segundo ela, esse seria o motivo do pedetista ter tirado o seu nome do requerimento para a instalação da CPI que busca investigar os pastores lobistas do MEC.

Confira no link, abaixo o podcast completo:

Zé Reinaldo refuta factóide criado pela “Galera Açodada” para tentar intrigá-lo com Flávio Dino

Em entrevista ao jornal Atos e Fatos, o diretor de relações institucionais do Porto do Itaqui e ex-governador José Reinaldo Tavares refutou mais uma fantasia criada pela mente desesperada da chamada “Galera Açodada”, que defende a qualquer custo a pré-candidatura do senador Weverton Rocha (PDT).

Zé Reinaldo negou que tenha defendido a renúncia imediata do go­vernador Flávio Dino em favor do vice governador Carlos Brandão (PSDB).

“Ri muito quando li essa nota. O governador tem que ficar até o último minuto que a lei permite (…) Mas fiquei estupefato ao perceber como são capazes de inventar matérias como essa, achando que nos in­trigam. Perdem tempo”, disse Zé Reinaldo.

Na reunião com os presidentes dos partidos políticos na última segunda-feira (05), Flávio Dino se apresentou como pré-candidato ao Senado, voltou a confirmar sua renúncia apenas para abril do próximo ano e mais uma vez destacou critérios como honestidade, probidade, comprometimento com a continuidade do governo e não estar alinhado com o bolsonarismo, nem mesmo com os filhos do presidente da República, para receber seu apoio para o governo do estado.

Dino, em nenhum momento falou em pesquisa quantitativa como critério para a escolha do seu candidato a sucessor, mais outro factoide criado pela “Galera Açodada”.