Flávio Dino comenta decisão do TRE-SP que pode deixar Sérgio Moro de fora das eleições para o Senado

O ex-governador Flávio Dino (PSB) comentou sobre a decisão do Tribunal Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) que rejeitou o pedido de transferência de domicílio eleitoral do ex-ministro Sérgio Moro.

Dessa forma, Sérgio Moro não poderá ser candidato ao Senado Federal, a menos que recorra e reverta a situação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

“Hospedar-se em um hotel com alguma frequência não caracteriza domicílio eleitoral em São Paulo”, disse Dino.

Dino ainda aproveitou a publicação para alfinetar o presidente Jair Bolsonaro (PL), que constantemente ameaça o Supremo Tribunal Federal, mas precisa cumprir as determinações da instituição.

“Presidente da República pode dar piti, mas tem que cumprir decisão do STF”, concluiu.

Bolsonaro diz que não haverá reajuste aos servidores públicos

Em entrevista para o SBT, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que “pelo que tudo indica” não haverá reajuste para servidores públicos neste ano.

O presidente tem encontrado dificuldades para ceder o reajuste aos servidores públicos, principalmente por conta do aperto nas contas públicas.

Pré-candidato à reeleição, Bolsonaro chegou a dizer que priorizaria o aumento de categorias policiais, uma de suas principais bases de apoio, o que gerou uma onda de insatisfação das demais classes de servidores.

No fim do mês de maio, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que poderia ser dado um aumento de 5% para todas as categorias do Executivo Federal. Agora, Bolsonaro indica que nem mesmo essa porcentagem será possível.

PRG se manifesta contra pedido de investigação contra Bolsonaro por grave acusação contra o TSE

A Procuradoria-Geral da República se manifestou contra um pedido de investigação do presidente Jair Bolsonaro por ter levantado suspeitas contra o sistema de votação do país, ao afirmar que a apuração dos votos no país é centralizada em uma “sala secreta” do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Em abril, Bolsonaro teria afirmado que os votos das eleições são apurados em uma “sala secreta” do TSE, na qual “meia dúzia de técnicos dizem ali no final: ‘olha, quem ganhou foi esse”.

Em julho do ano passado, o TSE já havia esclarecido que é falsa a afirmação de que a apuração dos votos seja feita de forma secreta em uma sala do tribunal.

Para a PGR, “as falas presidenciais não constituem mais do que atos característicos de meras críticas ou opiniões sobre o processo eleitoral brasileiro e a necessidade, na ótica do chefe do Poder Executivo da União, de aperfeiçoamento do sistema eletrônico de votação”.

 

Flávio Dino volta a criticar postura de Bolsonaro na Presidência da República

O ex-governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB), partiu para cima do presidente da República, Jair Messias Bolsonaro (PL), no final de semana.

Dino publicou uma mensagem em que questiona as atitudes, funções e falta de gerenciamento de Bolsonaro como presidente do Brasil.

“Expediente curtinho. Agenda vazia. Vive batendo papo e contanto “piadas”. Férias como nenhum outro na história. Não tem obras próprias para inaugurar. Não perde um passeio de moto e de jet-ski, mesmo em horário de expediente. O rótulo de preguiçoso é coerente com os fatos”, disse Flávio Dino.

 

Flávio Dino atribui abordagem violenta no caso Genivaldo a estímulo de atos ilegais de Bolsonaro

O ex-governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB), atribuiu a violência do caso Genivaldo com a postura que o presidente Jair Bolsonaro (PL) vem tratando as questões de segurança e políticas públicas no país.

Genival morreu após uma abordagem da Polícia Rodoviária Federal (PRF), no município de Umbaúba, no estado de Sergipe. Durante a ação, a PRF utilizou uma bomba de gás lacrimogênio dentro de uma viatura onde a vítima estava. A suspeita é que a causa da morte de Genival tenha sido por asfixia.

“A mais alta autoridade política do país não pode praticar ou estimular atos ilegais e violentos, quando isso ocorre, produz câmara de gás, em uma viatura policial. Os agentes, provavelmente, responderão por homicídio doloso. E o que ocorrerá com a tal autoridade”, disse o ex-governador.

 

Mídia nacional observa com estranheza aproximação do pedetista Weverton Rocha com o “bolsonarismo”

As peripécias do senador Weverton Rocha (PDT) voltaram a ser destaques negativos na imprensa nacional.

A Folha de São Paulo questionou os últimos posicionamentos do senador que recebeu o apoio do partido de Jair Bolsonaro (PL), convidou os membros do PDT para a inauguração do comitê de Ciro Gomes e diz ser “amigo” de Lula.

O que chamou mais atenção da Folha de São Paulo foi o apoio do deputado federal e presidente estadual do PL, Josimar de Maranhãozinho, ao senador. A estranheza, obviamente, se deu pelo fato do PL ser o partido do atual presidente da República, Jair Bolsonaro.

Um dia após receber o apoio do partido de Bolsonaro, Weverton anunciou que nesta quinta-feira (26), será lançado o Comitê Pró-Ciro no Maranhão, na capital maranhense.

Bolsonaro para Sachsida: preços dos combustíveis podem derrubá-lo do cargo

Mal assumiu o Ministério de Minas e Energia, o novo ministro Adolfo Sachsida já foi ameaçado pelo presidente Jair Bolsonaro (PL).

Segundo informações, o presidente teria dito que está disposto a “trocar de novo” tanto o presidente da Petrobras, Caio Paes de Andrade, como o próprio ministro, se os preços dos combustíveis não baixarem.

Bolsonaro confirmou a aliados que foi por causa do “descontrole da Petrobras” sobre os preços do diesel e da gasolina que o almirante Bento Albuquerque acabou substituído por Sachsida.

“Ele admitiu que não tinha controle sobre a Petrobras e eu não posso deixar a minha reeleição nas mãos de burocratas da empresa”, argumentou.

O presidente disse que a reeleição é sua “prioridade absoluta” e que o mesmo raciocínio sobre o preço dos combustíveis vale para a questão da energia elétrica. “Não podemos deixar os preços dispararem neste momento, depois a gente vê como faz.”.

Bolsonaro quer estabilizar o preço dos combustíveis até a eleição de outubro

O presidente Jair Bolsonaro (PL) tem dito aos auxiliares que novas altas no preço dos combustíveis o farão “perder a reeleição”.

Pensando nisso, o presidente declarou que não quer novos reajustes no diesel, gasolina e gás de cozinha até a eleição, em outubro.

O governo anunciou nesta segunda-feira (23) a troca na presidência da empresa, indicando o atual secretário do Ministério da Economia, Caio Paes de Andrade, para comandar a petroleira.

Bolsonaro está preocupado com o impacto do preço do diesel entre caminhoneiros e pesquisas internas que mostram que a população joga a responsabilidade do preço dos combustíveis no presidente da República.

Flávio Dino afirma que “orçamento secreto” é inconstitucional, ilegal e imoral

O ex-governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB), voltou a fazer duras críticas sobre o “orçamento secreto”.

Para o ex-governador, o uso do recurso é inconstitucional, ilegal e imoral. “Se chegar ao Senado, lutarei pelo fim dessa invenção e jamais usarei dinheiro de “orçamento secreto”, disse Flávio Dino, pré-candidato ao Senado Federal.

Flávio Dino destacou que quase todos os dias há um escândalo sobre o “orçamento secreto” e espera que o “STF acabe imediatamente com essa indústria de fraudes”, concluiu.

Morão acredita que pedido de Bolsonaro à PGR para investigar Alexandre de Morares será rejeitado

Hamilton Mourão, vice-presidente da República, avaliou que o pedido de investigação apresentado pelo presidente Jair Bolsonaro contra o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes “prospere”.

O presidente acionou a Procuradoria Geral da República (PGR) com pedido que Moraes fosse investigado por suposto abuso de autoridade em decisões tomadas no chamado inquérito das Fake News. O pedido já havia sido rejeitado pelo STF.

“Acho difícil que prospere, não sei. Depende agora do procurador Aras, né, o que ele vai julgar a esse respeito. O tribunal já mandou de volta. Acho difícil que prospere”, declarou Mourão nesta sexta.

Para o vice-presidente, Bolsonaro “está usando as armas que a Justiça lhe dá”.
“Uma vez que você considera que um magistrado está agindo parcialmente em relação a sua pessoa, você tem essas armas para utilizar para considerar que ele está sendo parcial”, completou.