Em Brasília, Carlos Brandão participa de evento do Congresso do PSB com Alckmin e Lula

O governador Carlos Brandão e o ex-governador Flávio Dino participaram do XV Congresso Constituinte da Autorreforma do Partido Socialista Brasileiro (PSB) realizado nesta quinta-feira em Brasília. O evento contou com as participações do ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin.

Durante a cerimônia de abertura, os dois apreciaram um emocionante ato político-cultural em homenagem aos 100 anos da Semana da Arte Moderna de 1922.

O evento tem o objetivo de debater o novo programa e o manifesto atualizado do PSB, além do projeto político do partido e as eleições de 2022.

O governador Carlos Brandão usou a sua conta no Twitter e comentou: “Debatemos sobre a democracia brasileira em nossos estados, em nosso Brasil. Os cincos eixos da Autorreforma do PSB serão o nosso guia. Vamos à luta”.

O ex-governador Flávio Dino também se manifestou nas redes sociais sobre as expectativas do evento e se mostrou bastante esperançoso ao afirmar: “teremos grande vitórias”.

Brandão avisa que o PSB está filiando um homem “íntegro, honesto, sem processos ou condenações”

No discurso durante evento de sua filiação ao PSB, em Brasília, na manhã desta quarta-feira (23), na concorrida solenidade que contou com a filiação de outros pré-candidatos e também do ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, o vice-governador do Maranhão, Carlos Brandão, cravou:

“Saiba, presidente (Carlos Siqueira), que o senhor recebe hoje, em seu partido, um homem íntegro, honesto, sem processos ou condenações, e com uma vida limpa”.

Carlos Brandão teve sua ficha de filiação abonada pelo governador Flávio Dino, que entrega o comando do governo para o seu vice.

Muito cumprimentado pelos nomes da política nacional, Geraldo Alckmin, futuro candidato a vice na chapa do ex-presidente Lula (PT), fez questão de reaçar a experiência do mais novos socialista, com muito otimismo e já contando com a reeleição de Brandão:

“Se Deus quiser, o Brandão vai se eleger para continuar esse trabalho do governador Flávio Dino”.

Festa ostentação de compadre de Weverton serviu vinho que chega a custar R$ 45 mil a garrafa

DO SITE METRÓPOLES, COM EDIÇÃO DO BLOG

Uma festa no Lago Sul, em Brasília, reuniu, com show de Bruno, da dupla Bruno e Marrone, na noite dessa terça-feira (31/8), autoridades e ex-autoridades do Executivo, do Legislativo e do Judiciário.

Os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), além do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Kassio Nunes Marques compareceram ao evento. Também era esperado o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), mas ele não foi.

No entanto, o senador Flávio Bolsonaro (Patriotas-RJ), o filho “01” do presidente, marcou presença e curtiu o sertanejo romântico ao lado da esposa, a dentista Fernanda Bolsonaro.

A festa foi oferecida pelo advogado Willer Tomaz, que celebrava seu aniversário ao lado de autoridades na capital federal.

Willer já foi alvo da Lava Jato e chegou a ser preso em 2017. Ele foi acusado de intermediar propinas a um procurador da República que estaria “infiltrado” no Ministério Público Federal (MPF) para repassar informações aos irmãos Joesley e Wesley Batista, donos da JBS. Em junho deste ano, a Corte Especial do Tribunal Regional Federal da Primeira Região (TRF-1) decidiu rejeitar a denúncia contra Willer e os outros investigados.

Apesar do desgaste, ele segue transitando com desenvoltura entre poderosos. É conhecido pelas festas-ostentação que promove.

Recentemente, o advogado foi citado em entrevista do senador Renan Calheiros ao Metrópoles. O relator da CPI da Covid-19 afirmou estar apurando o possível envolvimento de Willer Thomaz, Flávio Bolsonaro e do advogado Frederick Wassef no esquema de compra ilegal da vacina Covaxin.

A reportagem do Metrópoles entrou na festa e acompanhou o show ao longo de 30 minutos. O evento reuniu cerca de 50 pessoas. Todas, com exceção dos garçons, estavam sem máscara.

Os convidados foram servidos com vinhos caríssimos, como o Petrus, que chega a custar até R$ 45 mil a garrafa. Também havia champanhe e comida japonesa. O cantor Bruno estava em um palco montado de frente para a piscina da casa. O músico tomava uísque.

No próximo post as relações promiscuas do senador com o advogado ostentador.