Nitroglicerina = Pesquisa bulinadora + Patrulha Inaceitável + Encontro Explosivo

Pesquisa bulinadora

1 – O resultado da pesquisa de consumo de mídia do Instituto Data Ilha, feita na região metropolitana de São Luís, bulinou com os brios de uns e outros aí que se acham os verdadeiros donos dos leitores, dos usuários das redes e dos ouvintes de rádio.

Realizada no universo de 800 pessoas no final de março, com vários itens imprescincíveis para publicitários, jornalistas e assessores de imprensa, a pesquisa faz um apanhado riqússimo do consumo de rádio, além de apresentar um panoroma sobre os meios pelos quais a população da Ilha costuma buscar informações do mundo político.

A pesquisa, no entanto, não pode chegar nem perto de quem nega a ciência, não consegue escrever ou falar uma linha sem cometer erro de português ou não consegue ver um palmo além do seu umbigo de ouro.

Patrulha Inaceitável

2 – Por falar em comunicação, a patrulha e consequente desvalorização dos profissionais de comunicação do Maranhão, continuam a todo vapor.

Consumidor empedernido de notícias diárias, por meio de blogs e portais de notícias, o governador Carlos Brandão está impossibilitado de acompanhar essas resenhas por conta de suas agendas que tem iniciado comumente no primeiro canto do galo e termina muito depois do Jornal da Globo.

Alguns assessores têm se aproveitado desse impedimento para tocar o terror contra esses profissionais, em nome do governador. Lamentável.

Encontro Explosivo

3 – E para finalizar a nitro de hoje, ainda tem sido constrangedor os encontros de um ex-prefeito com um atual de uma cidade onde ninguém gosta de fofoca.

Os dois não dão nem bom dia um para o outro, especialmente pelo fato de o ex(prefeito) só andar coladinho com a atual. Já o atual(prefeito), por motivos óbvios, costuma andar pelos círculos políticos desacompanhado da ex do ex, sua atual.

Como se diz no “caçulinha” [e já na liderança] das rádios da Ilha, o programa Xeque-Mate, a “política é sempre quente e fervendo”. Pega fogo, fogaréu!

Nitroglicerina = A Fila Anda + Que é isso, Simplício? + 43 com a síndrome de Deus

1 – A Fila Anda  

Durante entrevista ao programa Xeque-Mate da Mais FM, nesta quinta-feira (10), o ex-prefeito Cleomar Tema abriu o coração sobre sua vida matrimonial.

Foi muito ‘gentil’ ao falar da sua ex, a deputada Daniela Jadão. Mas foi muito incisivo ao ser perguntado por um ouvinte se era ‘Dani’ ou ‘Tany’.

“A ex é Daniela e a atual é Taniery, com ‘T’ de Tema”, disparou.

Ao final da entrevista, a Taniery, com T de Tema, ainda deu um alô para os apresentadores, após ter sua presença anunciada pelo apaixoado ex-prefeito, cujo coração bate ‘tun-tum’.

2 – Que é isso, Simplício?

E por falar em programa de rádio, o ex-secretário Simplício Araújo (SD) não conteve a emoção ao elogiar a entrevista do empresário Pacovan no Leriado Cast, um podcast do radialista Marcelo Minard.

Só faltou lançar Pacovan como ‘Empresário do Ano’ para a próxima edição do prêmio.

O que é isso, Simplício? Por que tanta devoção?

3 – 43 com a síndrome de Deus

Pense numa casa parlamentar que tem sempre um exemplar de um deputado extra?

É o chamado Deputado 43 da Assembleia Legislativa do Maranhão.

E para não acabar a tradição, recém empossado tá bagunçando a capela. Chamaram até um padre para tentarem um entendimento, mas quando o padre percebeu de quem se tratava, caiu fora. Percebeu que se recorrer a Deus pode ser ouvido mesmo é pelo 43, que se acha o Próprio.

Sem futuro!

Com apenas 6 meses no ar programa Xeque-Mate já é indicado entre os melhores do ano

DA AGÊNCIA DE NOTÍCIAS, COM EDIÇÃO

Com apenas 6 meses no ar , o programa de rádio Xeque-Mate, da Mais FM, já está entre os indicados como os melhores do ano no Troféu Itaqui-Bacanga, organizado pelo jornal Itaqui Bacanga.

O programa Xeque-Mate é exibido de segunda a sexta das 18 às 19 horas sob a apresentação dos jornalistas Matias Marinho e Pedro Almeida em cadeia com rádios de todo o Maranhão.

Para participar da votação do Prêmio dos melhores do ano do jornal Itaqui Bacanga, e apoiar o Xeque-Mate com seu voto, acesse aqui na categoria Programa de Política (Rádio).

Ratos voltam a roer as conquistas libertárias da democracia

O ex-presidente Lula voltou a afirmar sobre a necessidade de regulamentar redes sociais no brasil, ao criticar o atual chefe do Executivo, Jair Bolsonaro (sem partido). 

Para Lula, é preciso regulamentar as redes sociais, regular a internet e colocar um parâmetro para o uso. Ele disse que uma coisa é utilizar os meios de comunicação para informar, educar e outra coisa é para fazer maldade e contar mentiras e causar prejuízo à sociedade!

Çei…

Essa declaração é nada mais nada menos do que uma revelação da obsessão típica dos ditos republicanos e democratas por controlar a imprensa e, agora, as redes sociais.

Ao elencar os modos como se busca tolher a imprensa [redes sociais], o pensador francês Alexis de Tocqueville, ainda no século XIX, no trecho da obra “A democracia na América” sustenta que na ânsia por combater os excessos, põe-se em risco toda a liberdade de expressão. Não há meios para combater o que o autor chama de exageros da liberdade de imprensa que não sejam mais danosos à sociedade do que esses próprios exageros. E o exagero, naturalmente, varia de acordo com os olhos de quem o avalia.

“Quando se concede a cada um o direito de governar a sociedade, é necessário reconhecer também a sua capacidade de escolher entre as diferentes opiniões que agitam seus contemporâneos e de apreciar os diferentes fatos cujo conhecimento pode guiá-los. A soberania de um povo e a liberdade de imprensa são, pois, duas coisas inteiramente correlatas”.

Que fique o alerta para esses roedores serviçais de regimes autoritários!

[Relembre aqui uma dessas tentativas de cercear a liberdade de imprensa. O alvo agora, também, são as redes sociais]

Sandro Moraes e Matias Marinho estreiam programa na Mais FM

O nosso encontro agora será, também, pelas ondas da Mais FM!

Após alguns anos longe do rádio, volto a atuar na minha profissão primeira, a de radialista.

De fato, a minha passagem profissional pelo rádio foi muito curta, mas muito significativa, pois foi onde tudo começou. Na verdade, a minha relação com o rádio, vem de muito antes dos 19 anos, como estagiário na rádio Esperança FM e, em seguida, na rádio Timbira AM.

Logo no primeiro ano da minha estadia em Imperatriz, com apenas 16 anos já buscava estágio nas rádios locais. Não consegui, mas acabei me envolvendo ainda mais nessa paixão eterna por esse veículo e pela comunicação como um todo.

De lá pra cá, após passagens por grandes jornais, pela experiência do meu próprio jornal (Gazeta da Ilha) e atuações em assessoria de imprensa, estamos de volta para as ondas do rádio.

À partir do dia 1º de junho, na companhia do jornalista Sandro Moraes, apresentaremos, na Mais FM, o programa “Xeque-Mate”. Como o próprio nome sugere, vamos tratar do jogo do poder.

Entrevistas, debates e notícias sobre a política, em todos os seus âmbitos, estarão na pauta de segunda à sexta, de 18h às 19h, em uma das rádios de maior audiência da Ilha, a Mais FM.

Aguardamos a sua audiência!    

Políticos ocupam ondas do rádio para se aproximar do eleitorado

Nem só de Internet vive a comunicação política. Apesar das redes sociais serem endeusadas pelos gurus do marketing político, é em um “amigo antigo” que os maranhenses têm investido tempo e conteúdo para propagar suas ações e interagir com o eleitor.

Além de ocupar o noticiário e programas de entrevistas, alguns políticos têm ocupado a faixa FM com quadros fixos em programas. Não é o caso do vereador Marcial Lima (Podemos), que é radialista e não deixou a profissão de lado ao ser eleito pela primeira vez em 2016, apenas teve que tirar um recesso sem vencimento da afiliada da Rede Globo, a TV Mirante.

É o caso, no entanto, dos deputados estaduais Duarte Júnior (Republicanos), Yglésio Moyses (PROS) e do deputado federal Cléber Verde (Republicanos) que ocupam horários nas rádios Nova FM, os dois primeiros, e na rádio Massa FM, o terceiro.

Apesar de ser comum, principalmente no Nordeste, de grupos de rádiodifusão serem controlados por grupos ou famílias políticas, não era costumeiro nos últimos anos um político de mandato ocupar essa Frequência Modulada para ter uma comunicação reiterada com o seu público-alvo.

Sinal de que o rádio, ao contrário do que pregam, terá vida longa e as redes sociais podem muitas vezes ser apenas uma bolha. E é na rádio que os políticos pretendem furar esta bolha.