Roseana apresenta evolução no seu quadro de saúde após ser diagnosticada com Covid

A ex-governadora do Maranhão, Roseana Sarney (MDB), informou que houve uma evolução no seu quadro de saúde após ser diagnosticada com a Covid-19.

“Oi, pessoal. Desde ontem à noite sem febre; um pouco de tosse e dor no corpo. Estou bem. Obrigada, de coração, pelas mensagens desejando recuperação e saúde.”, publicou a ex-governadora.

Na terça-feira (21), a Guerreira tinha anunciado que acordou com febre e após a realização de exames, foi confirmada a suspeita de infecção pelo coronavírus.

Roseana aproveitou também para chamar atenção da população maranhense sobre os cuidados e prevenções contra o vírus.

“Vamos redobrar os cuidados. Aos que ainda não completaram a vacinação, corram para os postos. É a garantia de nada grave”, concluiu.

Carlos Brandão deseja boa recuperação à Roseana Sarney

O governador Carlos Brandão (PSB) usou as redes sociais para desejar uma boa recuperação à ex-governadora Roseana Sarney (MDB) que testou positivo para Covid-19.

“Desejo a você uma pronta recuperação. Que Deus lhe abençoe. Forte abraço!”, publicou.

Na tarde de ontem (21) Roseana Sarney informou que acordou com febre e após a realização de um teste, foi diagnosticada com Covid-19.

“Olá, pessoal… amanheci febril, fiz o teste para COVID e, infelizmente, testei positivo. Estou bem, cumprindo as recomendações médicas, em isolamento e repouso”, informou.

Roseana Sarney alerta a população sobre a importância da terceira dose da vacina contra Covid-19

A ex-governadora do Maranhão e pré-candidata a deputada federal, Roseana Sarney, chamou a atenção da população maranhense para a importância de concluir o ciclo vacinal e tomar a terceira dose (reforço) da vacina contra a Covid-19.

Roseana alertou para os dados do Consórcio de Veículos Imprensa que registrou aumento no número de mortes por Covid-19, na terça-feira (07).

Segundo o consórcio no Brasil, foram registrados 400 óbitos por coronavírus.

“Já tomou a dose de reforço, a terceira? Se já tomou, e tem 50 anos ou mais, veja se não está na hora da quarta dose”, alertou a pré-candidata.

“Dois anos atrás a gente ainda estava trancado dentro de casa”, relembra Carlos Lula sobre o início da pandemia

O pré-candidato a deputado estadual, Carlos Lula, recordou os desafios de comandar a pasta da Saúde na maior crise sanitária global durante palestra no Congresso Brasileiro do Secretariado Executivo e Chefes de Gabinete, nesta quarta-feira (8), em São Luís. A preocupação com o desconhecido, o distanciamento da família e o trabalho em equipe foram destaques na apresentação do ex-secretário de Estado da Saúde e ex-presidente do Conass.

“Sair de casa era como sair para guerra porque a gente não sabe quando vai voltar. Por dentro eu estava desesperado, mas enquanto gestor eu tinha de passar tranquilidade para a equipe, para a população durante as entrevistas, nas tomadas de decisão”, revelou.

De acordo com Carlos Lula, o bordão “Vamos Vencer”, que usa até hoje, nasceu de modo espontâneo ainda em março de 2020. “Implantamos o home office para os servidores e ficamos uns poucos na Secretaria. A gente adotou como mantra o ‘vamos vencer’ para lembrar que não poderíamos desistir. Pouco tempo depois, a minha chefe de gabinete e toda a equipe contraíram Covid-19, ficamos eu e mais três. Não tínhamos como desistir”, relembrou.

Os relatos pessoais de Carlos Lula apontam para o fato de que dois anos atrás a média de óbitos no Maranhão era de 40 por dia e havia cerca de dois mil novos casos diários. Em 2022, o estado segue com a menor mortalidade pelo vírus do Brasil, uma média de zero mortes e pouco mais de 150 casos confirmados por dia.

Carlos Lula esteve à frente do combate desde o início e deixou a cadeira de gestor com a melhor avaliação entre os secretários do Governo Flávio Dino, junto com Felipe Camarão e Clayton Noleto.

Lula não apenas conduziu o Maranhão rumo à vitória sobre a pandemia, mas também sacrificou a carreira jurídica e a vida pessoal para garantir os resultados hoje reconhecidos no estado, no Brasil e pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS).

Conass e Conasems pedem 90 dias para o fim da emergência de saúde pública da Covid-19, no Brasil

O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais (Conasems) enviaram uma carta ao Ministério da Saúde solicitando que revogue em 90 dias o prazo para o fim da emergência de saúde pública da Covid-19 no país.

As instituições alertam para o risco de desassistência à população com o fim das medidas adotadas na pandemia. “Em virtude da necessária cautela com o encerramento da ESPIN, sob o risco de desassistência à população, solicitamos ao Ministério da Saúde que a revogação da Portaria MS/GM no 188, de 03 de fevereiro de 2020, estabeleça prazo de 90 (noventa) dias para sua vigência”, pedem os conselhos.

Os Conselhos também pedem “medidas de transição”, como a mobilização para vacinação e a elaboração de um “plano de retomada capaz de definir indicadores e estratégias de controle com vigilância integrada das síndromes respiratórias”.

Pandemia: Carlos Lula lança livro que conta histórias não contadas antes 

 

Carlos Lula, secretário de Estado da Saúde do Maranhão e presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), um dos nomes de maior destaque no enfrentamento da pandemia, oferece ao público um novo livro: Inumeráveis – A história da pandemia que ninguém contou. O lançamento da coletânea com mais de 70 artigos publicados pelo gestor será no próximo 28 de março, às 18h, na Assembleia Legislativa do Maranhão (Alema), em São Luís.

Defensor do Sistema Único de Saúde (SUS), Carlos Lula lançou, em 2018, o livro ‘O SUS (s)em nós’, com a primeira coletânea de artigos sobre os desafios enfrentados para gerir o sistema público estadual de saúde e os resultados alcançados em sua gestão. Na época, a arrecadação com a venda do livro foi doada.

Trajetória

Carlos Lula é advogado e servidor de carreira da Assembleia Legislativa do Maranhão. Desde abril de 2016, Lula assumiu a gestão da SES/MA e, durante a pandemia da Covid-19, ganhou destaque nacional ao assumir a presidência do Conass e manter o estado do Maranhão com a menor taxa de mortalidade provocada pelo vírus.

Xeque-Mate: Carlos Lula conta das dificuldades e medos do início da pandemia

Agir imediatamente foi a estratégia da equipe do secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula, para o enfrentamento da pandemia do novo coronavírus. Os primeiros leitos exclusivos para pacientes com Covid-19 do País foram criados no Maranhão. Em entrevista ao Programa Xeque-Mate, na última quinta-feira (17), o gestor falou sobre a pandemia e rede de saúde.”

Ninguém poderia prevê que aconteceria uma pandemia e muito menos que teria o tamanho e a intensidade que teve para o mundo”, destacou o secretário Carlos Lula.

Carlos Lula recorda que, após encontro em fevereiro de 2020 com o então Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, em Brasília, alertou o governador Flávio Dino sobre o cenário pandêmico e necessidade de agir.

Os primeiros 20 leitos exclusivos foram criados no Hospital Dr. Carlos Macieira, em São Luís, e na sequência em unidades da rede estadual no interior do estado.

“Os primeiros leitos de UTI [Covid] do Brasil, quando ainda não tínhamos casos confirmados, foram criados no Maranhão”, disse.

E completou: “2020 foi um momento que precisamos tomar medidas mais drásticas”, recorda.

Mais de 1800 leitos foram criados na primeira onda da pandemia, além da abertura de serviços especializados na rede estadual para tratamento das sequelas da doença no estado.

Confira a entrevista completa no Spotify:

 

“Vamos vacinar!”, convoca o vice-governador

O ano começou com imensos desafios. No Maranhão, enchentes deixam desabrigados e incontáveis prejuízos materiais. Nossa grande preocupação é a preservação das vidas. O que estamos conseguindo é muito pelo esforço de nossas equipes que, prontamente, se puseram à frente das dificuldades para amparar as pessoas atingidas. Estamos trabalhando firmemente para minimizar os danos e garantir acolhimento a todos, como é determinação do governador Flávio Dino.

Por outro lado, 2022 nos traz a tarefa de, novamente, termos que lutar contra um surto de gripe e uma pandemia causada pela variante Ômicron, mais uma do novo coronavírus. E, segundo especialistas, esse cenário pandêmico pode se agravar até o início de fevereiro. Imediatamente adotamos várias medidas na intenção de não permitir que se passe algo parecido com o que passamos em 2020 e 2021, quando a doença ainda era uma completa desconhecida. Arregaçamos as mangas e nos posicionamos como o estado brasileiro com a menor taxa de mortalidade por covid-19. Resultado de um sistema de saúde descentralizado e ampliado; da contratação rápida de profissionais de saúde; da disponibilização de medicamentos, leitos e UTIs em várias regiões. Um trabalho que envolveu muitos servidores públicos, de todas as áreas, focados na garantia da vida.

Mas há sempre mais a se fazer. Com a chegada das vacinas, preparamos uma logística bem montada, o que garantiu o imunizante aos 217 municípios de forma rápida e segura. Inclusive, nossa histórica Alcântara foi a primeira cidade brasileira a registrar 100% de cobertura vacinal entre a população adulta. Aliás, quero aproveitar este artigo para fazer um pedido a todos os maranhenses: vacinem-se. Acabamos de completar um ano do início da vacinação no estado e ainda temos muitos maranhenses desprotegidos, apesar de todo o esforço que fazemos. Temos vacinas, mas precisamos da decisão de cada um. Eu mesmo já estou até com minha dose de reforço. Não custa lembrar que, de todos os infectados internados hoje em nossas unidades de saúde, 80% não estão vacinados. Concordo com os especialistas que continuam defendendo que nos protejamos com as duas doses, mais o reforço. Assim, podemos transformar a fase de pandemia em uma fase de controle, de vigilância. Inclusive, um recente estudo do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (CEVS) do Rio Grande do Sul, mostra que a vacinação completa contra o novo coronavírus reduziu em 87% o risco de óbitos por covid-19.

Chegamos, agora, a um novo estágio. No Maranhão, já iniciamos a aplicação do imunizante nos maranhenses entre 5 e 11 anos de idade. Mais de 50 mil doses já foram distribuídas aos municípios. A vacinação nas crianças é importante, não apenas pela proteção das pequenas e dos pequenos, mas também pela proteção indireta que ela permite aos adultos, pois evita a maior circulação do vírus e consequente contágio daqueles que não estão vacinados.

Temos que ter a clareza de que a função da vacina é proteger a população contra uma infecção mais grave, desafogando as unidades de saúde e evitando a evolução de óbitos. Por isso, reforço o meu pedido para todos: aos que ainda não se vacinaram e também àqueles que ainda não completaram o ciclo vacinal (mesmo quem já teve covid-19). A vacina é uma conquista de todos e um grande escudo para a valorização da vida.

“Por isso, reforço o meu pedido para todos: aos que ainda não se vacinaram e também àqueles que ainda não completaram o ciclo vacinal (mesmo quem já teve covid-19). A vacina é uma conquista de todos e um grande escudo para a valorização da vida”.

Carlos Brandão

Vice-governador do Maranhão

Pandemia: Carlos Lula segue valorizando os municípios, incluindo São Luís

No último final de semana, o secretário de Saúde do Maranhão, Carlos Lula, compartilhou o post do prefeito de São Luís, Eduardo Braide, de incentivo a vacinação das crianças contra a Covid-19. Todos sabemos que a prefeitura e Governo do Estado não estão em sintonia política, mas a postura do gestor da saúde revela a grandeza da liderança diante de uma pauta por ele mesmo defendida.

O secretário, que por vários meses, desde o início da pandemia, fala em unidade de ações e sempre apoiou os municípios maranhenses mais uma vez faz das palavras sua atitude.

Para além disso, diante da nova onda da Covid-19, novamente Carlos Lula abre pontos de testagem para isolamento dos casos positivos para evitar o aumento do contágio no Maranhão e conceder o tratamento necessário que em sua grande parte ficou sob a incumbência apenas do Governo do Estado. Os municípios recuaram no combate.

Em 2020, 2021 e 2022, o secretário manteve a abertura de espaços de testagem da população, mesmo quando a rede privada já não dá mais conta. Desta vez, há serviços de testagem na Grande Ilha e nas cidades de Mirador, Imperatriz, Pedreiras, Santa Inês e Pinheiro, estas duas em parceria com as prefeituras.

O secretário também já declarou ser contra o carnaval, mas manteve a postura de unidade e colaboração. “A decisão é coletiva. À mesa sentam vários seguimentos, isto inclui a Cultura, que é a mais afetada com decisões como esta. Precisamos, contudo, evitar o adoecimento de milhares de pessoas simultaneamente. O sistema de saúde tem recursos esgotáveis – de leito, de pessoal”, ressaltou.

O Maranhão também foi um dos primeiros do país a vacinar crianças contra a Covid-19. Esta é uma pauta defendida pelo secretário que incentiva a celeridade da vacinação em razão do início do ano letivo 2022 e a inclusão da vacina no calendário infantil.

Concomitante ao combate a pandemia, o secretário segue com a expansão da rede estadual de saúde. Na última sexta-feira (14), entregou a Maternidade de Paço do Lumiar. Nos próximos meses estão previstas as entregas do Hospital da Ilha, Hospital Regional de Barra do Corda e Hospital Regional de Açailândia.

Os resultados da gestão Carlos Lula diante de uma tão grande crise sanitária são minimamente notáveis. É impossível a liderança do secretário passar desapercebida no Maranhão e no Brasil.