PSD toma iniciativa para definir nome de vice de Holandinha

O PSD revolveu tomar a iniciativa para definir o vice da pré-campanha do ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Jr, para a disputa eleitoral de 2022.

O presidente do partido, deputado federal Edilázio Jr, estaria conduzindo uma consulta coordenada pelo deputado estadual César Pires para chegarem a uma definição.

Segundo informações, a legenda tem a intenção de colocar um nome feminino e que cause impacto na campanha de Holandinha, no entanto, não há nada definido.

PSD vai abrir a jaula e soltar o agressivo Holandinha

Após ser ultrapassado por Lahesio Bonfim (PSC) na corrida eleitoral de 2022, o ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Jr, tomou uma dura do comando do PSD e deve mudar o seu discurso de “bom moço”, tomando uma postura mais agressiva.

Até o momento, Holandinha tem evitado e condenado “brigas políticas “e diz ser o candidato da “paz”, o politicamente correto. Acontece que a estratégia não está dando certo.

Os líderes do PSD estão cobrando uma campanha mais agressiva, no entanto encontram a resistência do pré-candidato.

Segundo informações, se as coisas continuarem como estão o partido pretende escolher um vice mais intenso que movimente a pré-campanha de Holandinha.

Holandinha analisa nome de sua esposa para vice de sua chapa

Burburinhos dos bastidores da política maranhense apontam que o ex-prefeito de São Luís e pré-candidato ao governo do Maranhão, Edivaldo Holanda Jr (PSD), estaria avaliando a indicação da ex-primeira-dama, Camila Holanda, para compor sua chapa como vice.

A indicação seria uma tentativa de acompanhar os passos do primeiro colocado nas pesquisas de intenções de votos, o governador Carlos Brandão (PSB) que já tem vice definido e dá um passo adiante de Lahesio Bonfim (PSC), seu concorrente direto na disputa pela terceira colocação.

Segundo informações, Camila Holanda estaria entusiasmada com a possibilidade.

Pressionado, Holandinha deleta vídeo com funk de suas redes sociais

O pré-candidato ao governo do Maranhão, Edivaldo Holanda Jr (PSD), foi pressionado pela classe evangélica a excluir de suas redes sociais um vídeo onde utilizou um funk para reafirmar que ainda era pré-candidato ao cargo máximo do Palácio dos Leões.

O funk em questão é uma paródia da música da animação clássica Branca de Neve e os Sete Anões “Eu vou sentar agora eu vou”, da MC Tati Zaqui.

O gênero musical não é visto com bons olhos pela classe evangélica, fato que levou Holandinha a deletar o vídeo.

Ex-prefeita de Bom Jesus das Selvas recorre a política do “Pão e Peixe” em evento para apresentar Holandinha

A ex-prefeita de Bom Jesus das Selvas, Cristiane Damião (PL), recorreu a política do “pão e peixe” para apresentar o ex-prefeito de São Luís e pré-candidato a Governador do Maranhão, Edivaldo Holanda Jr (PSD).

Para atrair a população, a gestora “presenteou” a população com um caminhão de peixes e distribuição de cestas básicas, doada pelo deputado federal Edilázio Júnior.

Vídeo:

Clima esquentou! Vereador diz que Holandinha era para estar preso

Durante discurso realizando na manhã de hoje (14) na Câmara Municipal de São Luís, o vereador Jhonatan Soares do Coletivo Nós (PT) fez duras críticas a gestão do ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Jr (PSD).

De acordo com Jhonata Soares, o ex-prefeito de São Luís construiu apenas duas creches para educação infantil, mesmo recebendo o recurso para construção de 20 creches e ainda devolveu recurso federal que era destinado para construção de outras as creches.

“Edivaldo Holanda Jr, não era para ser pré-candidato ao governo do estado, era para ser presidiário. Esse cara era para tá preso”, afirmou o vereador.

DA FOLHA DO MARANHÃO, COM EDIÇÃO

O triste fim de Edivaldo Holanda Júnior

É quase unânime na classe política a avaliação de que o ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior (filiando do PSD), deixou o prefeitura surfando em ondas tranquilas com relação à sua imagem.

Mas ao mesmo tempo em que deixou a prefeitura com uma imagem bem avaliada e popularidade da mesma forma, foi ainda no comando do Executivo da capital que Holandinha começou um calvário que nenhum político quer para si: o da falta de confiança.

E o fator determinante para essa falta de confiança aconteceu na eleição de 2020 quando preferiu ficar em cima do mudo, um erro crasso em política, que gerou suas consequências naturais.

Durante a eleição, a dúvida assombrou a cabeça de todos. Para Eduardo Braide, Holandinha fazia o jogo de Flávio Dino, que por sua vez tinha certeza que ele era controlado por Weverton Rocha e Desertores. Na prática, Weverton nunca viu esse apoio.

Resultado, Flávio Dino nunca mais quis recebê-lo; Weverton e sua “Galera Açodada” ensaiaram até uma convocação sua à CPI da Covid-19 em Brasília e Eduardo Braide, nem se fala, jamais vai confiar em fazer qualquer acordo com o isolado e individualista Edivaldo Holanda Júnior.

Ou seja, juventude, carisma e a imagem de bom filho parecem ficar em quinto plano para os principais nomes da política do Maranhão, restando ao desgastado deputado federal Edilázio Júnior (PSD) acolher a perdida ovelha, que por mais que possa aparecer com aprovação popular não descartável, parece viver mais o começo de um triste fim do que propriamente um bom começo.

Edivaldo Holanda bota a “cabeça pra fora” e PF aparece de novo em operação para apurar desvios em sua gestão

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (8), nas cidades de Codó (MA), Brasília (DF) e Boa Vista (RR), a Operação Alinhavado, com a finalidade de desarticular suposto esquema estruturado para promover fraudes licitatórias e irregularidades contratuais no âmbito da Secretaria Municipal de Saúde de São Luís no final da gestão de Edivaldo Holanda Júnior (sem partido), envolvendo verbas federais que seriam utilizadas no combate à Covid-19 na capital.

Foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão e cinco mandados de constrição patrimonial (ativos financeiros, veículos e imóveis) expedidos pela 1ª Vara Federal de São Luís, no total de R$ 3,2 milhões, quantia identificada como desviada.

A ofensiva contou com a participação de 30 policiais federais.

De acordo com a PF, inicialmente, foi constatada montagem em, ao menos, quatro processos licitatórios instaurados em 2020, pela Semus para a contratação de insumos destinados ao enfrentamento da pandemia.

Ainda segundo as investigações, ficou constatado que o esquema criminoso utilizou diversos mecanismos de fraudes para maquiar as irregularidades dos certames licitatórios, que teriam sido realizados com o ajuste prévio das empresas vencedoras.

Além da frustração do caráter competitivo dos procedimentos licitatórios, de acordo com análises da CGU (Controladoria Geral da União), evidenciaram-se superfaturamentos contratuais e simulação de vendas, gerando prejuízo milionário aos cofres públicos.

Se confirmadas as suspeitas, os investigados poderão responder por fraude à licitação, simulação de compra e venda, peculato e associação criminosa. Somadas, as penas podem chegar a 21 anos de prisão.

A denominação “Alinhavado”, do verbo “alinhavar”, significa “costurar provisoriamente”, fazendo referência aos processos licitatórios fraudados, que teriam sido “alinhavados” para, ao final, “costurar a contratação” de empresas previamente ajustadas

Outras operações

A gestão Edivaldo Júnior foi alvo de pelo menos outras quatro operações da Polícia Federal em investigações contra fraude e superfaturamento com dinheiro público destinado para ações de saúde contra a Covid-19. Foram três em 2020 e uma quarta em abril de 2021, resultado de desdobramento das anteriores.

Transparência: Ex-prefeito Edivaldo Holanda Junior comemora reconhecimento

A gestão do ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Junior, foi destaque nacional em transparência pública, de acordo com dados da segunda edição da Escala Brasil Transparente (EBT) – Avaliação 360°, divulgados segunda-feira (15) pela Controladoria Geral da União (CGU).

A capital maranhense, que antes da gestão de Edivaldo tinha nota zero na avaliação, obteve nota 9,65, ficando no ranking em 5° lugar entre as capitais do Nordeste, em 10° entre as capitais do país e em 1º entre os municípios maranhenses no cumprimento da Lei de Acesso à Informação (LAI) e a da Lei Complementar 131 – ou Lei da Transparência.

Avaliação – A Escala Brasil Transparente é uma ferramenta por meio do qual o órgão nacional de controle externo brasileiro monitora o cumprimento da Lei de Acesso à Informação pelos entes federativos brasileiros, tanto no que se refere à transparência ativa (divulgação espontânea, independente de solicitação), quanto à transparência passiva (informação fornecida mediante solicitação).

Participaram desta edição da Escala Brasil Transparente os 26 estados e mais o Distrito Federal, todas as capitais e, ainda, os municípios com população superior a 50 mil habitantes.

No ranking, a nota obtida por São Luís superou a média nacional das capitais, cuja pontuação foi 8,73; e a média nacional dos municípios, que ficou em apenas 6,85.

Neto Evangelista tenta botar água no chope de Edivaldo Holanda Jr.

Deputado afirma que Edivaldo Holanda Jr. deixou bolada de Mais de meio bilhão de reais em restos a pagar

Antes de completar um dia na condição de ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Jr. (PDT) foi alvejado pelo primeiro disparo destinado a colocar em dúvida a imagem de excelência na gestão financeira com que deixou o cargo que exerceu por oito anos.

O petardo, que o alcançou às 20 horas e 48 minutos do primeiro dia do ano, foi disparado no Twitter pelo deputado estadual Neto Evangelista (DEM), ex-candidato apoiado pelo PDT à sua sucessão, mas que não contou com seu apoio.

Na postagem, Neto Evangelista, a pretexto de enumerar dificuldades que o prefeito Eduardo Braide (Podemos) enfrentará, afirma, sem citá-lo, que Edivaldo Holanda Jr. deixou a Prefeitura com “restos a pagar” no valor nada menos que R$ 650 milhões, e dizendo acreditar que o volume de papagaios pendurados seja bem maior. Ele afirma que, segundo a Secretaria do Tesouro Nacional (STN), São Luís tem Capacidade de Pagamento “C”, “o que, segundo também o STN, só ganhamos do falido Rio de Janeiro nesse quesito”.

Neto Evangelista escreveu também que o novo prefeito recebeu São Luís como “a pior capital do Nordeste”, segundo o Índice de Governança Municipal (IGM), utilizado pela Sudene e outras instituições como instrumento de avaliação nesse campo. E mais: o respeitado Índice Firjan de Gestão Fiscal “aponta nossa Capital como a pior do Brasil nesse quesito”.

Na sua avaliação, o parlamentar democrata afirma que, “sem recursos específicos para a Covid, sem compensação sobre a queda de arrecadação e com o fim do auxílio emergencial, o desafio será grande”. E conclui: “Eduardo terá de arrumar literalmente a casa”, o que, numa interpretação lógica e cartesiana, leva à conclusão de que, para o parlamentar, ao contrário do que afirmou na mensagem de despedida, o ex-prefeito deixou a casa desarrumada.

A manifestação de Neto Evangelista, feita no calor da troca do comando municipal, pode ser vista por vários vieses. Pode ter sido, como sugere no final, um gesto de preocupação com a nova gestão, um sinal de alerta, ou também uma denúncia velada, que ficou engasgada durante a campanha eleitoral. Na corrida às urnas, Neto Evangelista definiu e usou um discurso ignorando os resultados da gestão de Edivaldo Holanda Jr., que por sua vez ignorou a existência dele como candidato à sua sucessão.

Até as pedras de cantaria de São Luís sabem que Neto Evangelista e Edivaldo Holanda Jr. não se toleram. O pote de mágoas que cada um carrega em relação ao outro foi enchido na campanha para a Prefeitura em 2012, quando Edivaldo Holanda Jr. (PTC) disputou com João Castelo (PSDB), que tinha Neto Evangelista, então tucano, como vice. No decorrer daquela campanha, Neto Evangelista bateu forte no adversário, transformando diferenças políticas em inimizade ácida. Tanto que quando o senador Weverton Rocha decidiu que o PDT apoiaria a candidatura do democrata Neto Evangelista à sua sucessão, Edivaldo Holanda Jr. reagiu afirmando que não o apoiaria “de jeito nenhum”, e manteve a decisão, aumentando a distância que já os separava. A “neutralidade” do prefeito foi decisiva para o insucesso do candidato da aliança PDT-DEM, que ficou em terceiro lugar no primeiro turno.

Sem se comprometer com nenhum candidato – contrariando, portanto, a equação básica da política, na qual todo político tem de ter um lado, e que neutralidade pode levar ao isolamento -, Edivaldo Holanda Jr. optou por não se posicionar na disputa por sua sucessão. Preferiu investir as 24 horas de cada dia da contagem regressiva na imagem de bom gestor e esnobando a política, mesmo sabendo que, se pretende voar mais alto, não irá muito longe sem a força dos que o apoiaram nas duas eleições, mas que não tiveram seu apoio agora.

O petardo disparado pelo deputado Neto Evangelista é um sintoma forte de que muitos outros virão nos tempos de disputa que se aproximam.

Com experiência suficiente para saber como funciona a ciranda da guerra pelo poder, o ex-prefeito já deve ter definidas estratégias para o confronto com adversários.

COM INFORMAÇÕES DO BLOG DO RIBAMAR CORREA