Pinheiro: MPF acolhe conclusões da PF sobre investigação contra Luciano Genésio e seu irmão

As conclusões da investigação da Polícia Federal (PF) que apura um esquema criminoso de peculato, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha pelo prefeito de Pinheiro, Luciano Genésio (PP), foi acolhida pelo Ministério Público Federal (MPF).

Além de Luciano Genésio, que ficou quase um mês afastado da prefeitura, foram indiciados o seu irmão Lúcio André Silva Soares, Danilo Jorge Trinta Abreu Júnior e Renato Serra Trinta Abreu, proprietários de empresas apontadas pelos federais como integrantes do esquema.

A Operação Irmandade se concentrou em pregões que deram origem a contratos da ordem de R$ 38 milhões, firmados com empresas pertencentes a membros da organização.

“Foram localizados diversos indícios no sentido de que o proprietário de fato dessas empresas seria o gestor público municipal, o que se confirmou por meio da análise das movimentações bancárias. Nessa oportunidade, constatou-se que parte dos pagamentos realizados pelo Poder Público para tais empresas era revertido para as contas do servidor público”, informaram os federais.

Durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão, a PF apreendeu um relógio da marca Rolex e R$ 12,9 mil em dinheiro vivo.

Na época, Luciano Genésio disse que enfrentará o processo “com serenidade e humildade” e que apresentará sua defesa “estando sempre à disposição das autoridades”.

De novo? MPF investiga Lahesio Bonfim por propaganda eleitoral

O Ministério Público Federal volta a investigar o ex-prefeito de São Pedro dos Crentes e pré-candidato ao Governo do Maranhão, Lahesio Bonfim (PSC), por um suposto ato de propaganda eleitoral.

Segundo informações, no dia 2 de abril Bonfim teria promovido a entrega de cestas básicas à população em evento em uma cidade do Maranhão. Para o MPF, o pré-candidato participou do ato com nítido conteúdo eleitoral e típicos de campanha.

Lahésio teria, ainda, proferido falas que podem configurar, em tese, violação ao art. 36 da Lei nº 9.504/97 (“A propaganda eleitoral somente é permitida após o dia 15 de agosto do ano da eleição”).

 

Pré-candidato a deputado estadual pelo PSD, Eric Costa vira réu por desvio de R$ 40 milhões

O ex-prefeito de Barra do Corda e pré-candidato a deputado estadual, Eric Costa (PSD), virou réu em uma ação penal representada pelo Ministério Público Federal (MPF), acatada pela 2ª Vara da Justiça Federal no Maranhão.

Erick Costa é acusado de não repassar à Previdência Social contribuições descontadas da remuneração de servidores públicos, e de omitir informações sobre servidores e suas respectivas remunerações na Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social (GFIP).

A acusação conta que entre os anos de 2015 e 2017 o ex-prefeito não repassou cerca de R$ 40 milhões.

O Juiz Magno Linhares, titular da 2ª Vara da Justiça Federal no Maranhão, ao despachar o caso apontou a existência de “substanciais indícios de autoria e materialidade delitiva da imputação feita na denúncia”, além de “razoável suporte probatório”.