TSE aprova por unanimidade mais dois registros de federação partidária

O Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, por unanimidade, mais dois pedidos de federação partidária.

A partir de agora o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) e o Partido Cidadania passam a integrar a Federação PSDB-Cidadania e os partidos Socialismo e Liberdade (PSOL) e Rede Sustentabilidade (Rede) passam a compor a Federação PSOL-Rede.

Na terça-feira (24), o Plenário aprovou a primeira federação partidária das Eleições 2022, a Federação Brasil da Esperança (FE Brasil), formada pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB), pelo Partido dos Trabalhadores (PT) e pelo Partido Verde (PV).

A possibilidade de os partidos se unirem em federações para lançar um único candidato é uma novidade para as Eleições 2022 e está prevista na Lei nº 14.208/21.

TSE analisa mais dois pedidos de registro de federação partidária

O TSE analisa hoje (26) os pedidos de registro de federação partidária do PSDB-Cidadania e a federação PSOL-REDE.

O Ministro Ricardo Lewandowski é o relator do pedido da Federação PSDB-Cidadania, enquanto o ministro Carlos Horbach é responsável pelo PSOL-REDE.

Ontem (25), o TSE aprovou por unanimidade o primeiro pedido de constituição de uma federação partidária após a criação do instituto pela Reforma Eleitoral de 2021. A partir de agora o Partido Comunista do Brasil (PCdoB), o Partido dos Trabalhadores (PT) e o Partido Verde (PV) integram a Federação Brasil da Esperança (FE Brasil).

O instituto jurídico da federação partidária foi criado pela Lei nº 14.208/2021, que definiu os critérios para a atuação conjunta das agremiações. Na esfera eleitoral, a figura da federação partidária é regulamentada pela Resolução TSE nº 23.670.

Após filiação de Alckmin no PSB, Folha de S. Paulo fala de “pontas soltas” com o PT nos estados; menos no Maranhão

Passados os atritos na tentativa de formar uma federação e com o ex-governador Geraldo Alckmin efetivamente filiado, lideranças do PSB e do PT fazem agora esforço para entoar um discurso de união e conciliação.

Lideranças das duas legendas reconhecem que ainda há pontas soltas nos estados e que as “cotoveladas” locais devem continuar pelo menos até 2 de abril, quando se encerra a janela partidária.

Mas afirmam ser necessário, como estratégia nacional, não deixar essas cicatrizes atrapalharem a unidade da militância e de seus quadros em torno da candidatura presidencial. O momento, defendem, é de pacificação.

Há resistências ainda no PT. Ex-dirigentes da sigla, como o deputado federal Rui Falcão (SP), já se manifestaram categoricamente contra a aliança. Parceiros históricos da legenda, como Guilherme Boulos, também são contrários. O PSOL, por exemplo, não esteve presente no ato de filiação desta quarta-feira (23).

Em sua fala durante o evento, Alckmin não economizou nos elogios ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“Temos que ter os olhos abertos para enxergar, a humildade para entender que ele [Lula] é hoje o que melhor interpreta o sentimento de esperança do povo. Ele representa a própria democracia porque ele é fruto da democracia”, afirmou o ex-governador. Acrescentou ainda que Lula é quem vai reinserir o Brasil no cenário mundial e “alargar o horizonte do desenvolvimento econômico”.

A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, concorda com a necessidade de união e elogiou o tom do discurso do ex-governador. “Geraldo Alckmin sabe da responsabilidade que nós temos com o país neste momento”, disse ao Painel.

Os obstáculos, no entanto, persistem. O evento desta quarta exaltou os pré-candidatos do PSB dos estados mais problemáticos. O presidente da legenda, Carlos Siqueira, fez questão de citar Márcio França como o próximo governador de São Paulo. Lá, o PT pretende lançar o ex-prefeito Fernando Haddad.

Também compareceu ao evento o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, candidato à reeleição, que pode enfrentar o senador Fabiano Contarato (PT).

Esteve lá ainda o ex-deputado Beto Albuquerque, pré-candidato ao governo do Rio Grande do Sul, posto também almejado pelo deputado estadual Edegar Pretto.

Nitroglicerina = Família Babado + Fenômeno na República de Barreirinhas + Crô demolidor

1 – Família Babado  

Enquanto a ‘filha’ se acha a rainha da cocada preta, a ‘neta’ tá sendo a própria.

Numa semana a neta foi vista em São Paulo, com um ‘cabeça branca’ que não tem nada a ver com ‘Leonardo’ Di Caprio (a não ser pelo seu poder de frenquentar os mais caros restaurantes de Sampa) e já na semana seguinte foi a vez da filha. Só que com outro ‘devaneio’: de ser de fato a ‘rainha da cocada preta’ do Maranhão.

Rapaz, que família!

Não bastasse o estrago feito nas contas da ‘saúde do Maranhão’, com elefantes brancos espalhados pelo estado, agora me chaga mais esssa novidade: a prole atacando por todos os lados.

‘SAravá!!!

2 – Fenômeno na República de Barreirinhas 

E por falar em falta de noção, ganha um doce quem acertar qual ‘Camisa 9’ foi levado de jatinho de São Luís para a República de Barreirinhas para mais uma farra homérica no último fim de semana.

Uma dica: continua sendo um dos ‘caras’ de um ex-gestor de São Luís, embora tenha se queimado um pouco após fugir com as ‘bolas cheias’, escapando da Polícia Federal e do próprio ex-gestor, sobrando para um ex-secretário que foi pego pela PF com as ‘bolas quase vazias’.

No rega-bofe, foi prometido o céu para o ‘fenômeno’ causídico, desde que ele convença seu protegido de que esse ‘céu’ pode ser na terra mesmo e, o palácio celestial, nos Leões.

3 – Crô demolidor

Tem comunicador tiririca com jornalista da ‘turma açodada’. Nem só de ‘Teo Pereira’ sobrevive o time dos defensores de ‘Olhão’, como é conhecido também ‘Meu Preto’, ‘Moleque do São Cristóvão’ ou ‘Senador Costa Rodrigues’.

Haja apelido, viu! Quem costuma ter muito apelido assim são as almas sebosas. Desconjuro!

Pois bem, voltando à zanga do comunicador, dessa vez o vilão não é ‘Teo Pereira’, é o ‘Crô’. Diferentemente do Crô original, o nosso tupiniquim gosta de mais da ‘fruta do Éden’, apesar de se mostrar um típico membro da família tradicional brasileira, recatado e do lar.

A verdade é que o homem gosta tanto de família que tomou a matriarca do colega. Curuzes!

PSB reafirma apoio a Carlos Brandão e consequente aliança com o PSDB no Maranhão

Surfando na onda de apoios à sua pré-candidatura ao governo do Maranhão, o vice-governador Carlos Brandão (PSDB) postou em seu perfil no Twitter, na noite desta segunda-feira (13), sobre a oficialização da parceria com o PSB.

“Representando meu partido, o PSDB, acabo de receber o apoio do PSB mareanhense em torno da minha pré-candidatura. Grato pela calorosa acolhida de sempre. Desta vez, durante esta noite de confraternização. Seguimos juntos, PSDB e PSB. Em frente!”, twitou.

A postagem, além de ressaltar a parceria do tucano com os pessebistas, joga um balde de água fria em mais uma fakenews criada pela “galera açodada” – turma de mídia do senador Weverton Rocha (PDT), que tenta a todo momento criar instabilidade na pré-campanha do vice-governador com uma suposta mudança de partido.

Ontem mesmo tentaram emplacar a fakenews.

Sempre que questionado sobre a conjuntura partidária articulada no âmbito estadual, o governador Flávio Dino (PSB) tem dito que seu vice está no partido certo e, pelas costuras que tem acontecido nacionalmente, foi uma escolha coerente a do vice-governador ao optar pelo PSDB.

“Eu diria que é uma movimentação coerente com o que tenho defendido no plano nacional e que terá sua conclusão no dia 31 de janeiro quando haverá uma nova reunião dos partidos e aí teremos a provável oficialização da chapa que terá o meu apoio nas eleições nas eleições de 2022”, comentou durante entrevista à revista Carta Capital.

O governador chegou a mencionar, inclusive, a articulação que está sendo feita, no plano nacional, pelo ex-presidente Lula (PT), para ter como companheirio de chapa em 2022, seu ex-concorrente, ainda no PSDB, Geraldo Alckmin.

Atualmente, a maior quantidade de partidos que compõem a base do governador Flávio Dino está com o vice-governador Carlos Brandão, coincidentemente, todos que fazem oposição ao presidente Jair Bonsonaro (PL).