Pílulas contra a desinformação: saiba como denunciar notificações caluniosas de perfil ou número desconhecido

Você pode denunciar a informação falsa na própria plataforma digital ou em canais de segurança pública da Polícia civil ou de instituições como o Ministério Público, por exemplo.

“Recebeu mensagens eleitorais de um número desconhecido? Denuncie! Disparos em massa são proibidos por lei e servem como arma para a desinformação. Você pode ajudar a Justiça Eleitoral a proteger a sociedade e preservar as regras do jogo.”

O alerta a eleitora e o eleitor para que não interaja com informações recebidas de perfis ou números de telefones desconhecidos. Cada reação do usuário interfere na sequência dos algoritmos de uma rede social, fazendo com que assuntos suspeitos ganhem destaque. Mas o que fazer se receber uma fake news? Denuncie.

Falta um mês para o início do prazo para a realização de convenções partidárias

Falta exatamente um mês para o início do prazo para que os partidos políticos possam realizar convenções destinadas a deliberar sobre coligações e a escolha de candidatas e candidatos a presidente e vice-presidente da República para as Eleições Gerais de 2022, bem como aos cargos de governador e vice-governador, senador, deputado federal, deputado estadual e distrital.

O primeiro turno do pleito está marcado para 2 de outubro, e o segundo turno para 30 do mesmo mês, caso haja.

Pelo calendário das Eleições 2022, as convenções partidárias podem ser realizadas de 20 de julho a 5 de agosto deste ano, no formato presencial, virtual ou híbrido.

Após a escolha das candidatas e candidatos nas convenções, as siglas poderão solicitar o registro das candidaturas perante a Justiça Eleitoral.

A federação de partidos registrada no TSE também está habilitada a participar das eleições, sendo que, neste caso, as convenções deverão ocorrer de forma unificada, como a de uma única agremiação.

Pílulas contra a desinformação: para haver diálogo é preciso haver respeito

A polarização, como é chamada a disputa entre dois grupos que se fecham em suas convicções e não estão dispostos ao diálogo, só traz prejuízos. Divulgar mensagens carregadas de ódio, raiva e radicalismo contribuem ainda mais para o clima de intolerância.

“Os ataques acirram a animosidade e a intolerância, usando mensagens que despertam sentimentos negativos, o radicalismo, o fanatismo e o rompimento dos laços sociais. Combater a desinformação é promover a paz, o respeito e a harmonia, é lutar por um país mais justo e tolerante”.

Uma pessoa pode discordar da outra, e é isso que se espera de um diálogo. Mas é preciso sempre se guiar pelo respeito ao outro. Combater a desinformação é também promover a paz e lutar por um país mais tolerante.

Pílulas contra a desinformação: erros de português podem sinalizar que a notícia é falsa

Uma das características mais marcantes das fake news é a presença de erros de português. No jornalismo profissional, os textos passam por edição e revisão, exatamente para evitar erros de ortografia ou gramaticais.

“Texto suspeito. Erros gramaticais são comuns em narrativas falsas e muito raros no jornalismo profissional. Falhas de português têm uma grande chance de sinalizar a presença de notícias falsas. Desconfie sempre de matérias cheias de erros de português e gramática”.

Além disso, normalmente notícias falsas costumam apresentar também erros de formatação, letras em caixa alta e uso exagerado de pontuação ou emojis. Por isso, preste bastante atenção e, na dúvida, não compartilhe.

Pílulas contra a desinformação: ler a notícia toda antes de repassar é dica para não transmitir Fake News

“Não julgue o livro pela capa! A desinformação pode aparecer em links para notícias com manchetes dramáticas, absurdas ou sensacionalistas. Não é raro que esses títulos sejam desmentidos por informações no texto das próprias matérias. Ler a íntegra é essencial”.

Um título atraente atrai a atenção das pessoas e, por isso, essa estratégia é usada por quem produz fake news. Recebeu um conteúdo que chamou atenção? Antes de passar adiante, leia todo o texto e verifique se as informações são verdadeiras, buscando como alguns veículos de comunicação já abordaram o mesmo conteúdo. Na dúvida, não compartilhe.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tem trabalhado na orientação da população brasileira para que o processo eleitoral seja limpo e confiável.

 

Pílulas contra a desinformação: motivação ideológica fragiliza a democracia

Dando continuidade à série de pílulas contra a desinformação, o Tribunal Superior Eleitoral destacou que a manipulação e a distorção de fatos podem ser justificativas para atingir objetivos motivados a ideologias fantasiosas.

“A desinformação contém ideologia. A motivação ideológica tem a ver com a promoção de bandeiras ou crenças, não necessariamente relacionadas com a disputa pelo poder político. É o que acontece, por exemplo, com as narrativas que promovem discursos de ódio ou desacreditam o sistema de vacinação”.

Historicamente, são estratégias muito utilizadas nos regimes totalitários e que perigosamente ganham adeptos com a fragilização de regimes democráticos.

PRG se manifesta contra pedido de investigação contra Bolsonaro por grave acusação contra o TSE

A Procuradoria-Geral da República se manifestou contra um pedido de investigação do presidente Jair Bolsonaro por ter levantado suspeitas contra o sistema de votação do país, ao afirmar que a apuração dos votos no país é centralizada em uma “sala secreta” do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Em abril, Bolsonaro teria afirmado que os votos das eleições são apurados em uma “sala secreta” do TSE, na qual “meia dúzia de técnicos dizem ali no final: ‘olha, quem ganhou foi esse”.

Em julho do ano passado, o TSE já havia esclarecido que é falsa a afirmação de que a apuração dos votos seja feita de forma secreta em uma sala do tribunal.

Para a PGR, “as falas presidenciais não constituem mais do que atos característicos de meras críticas ou opiniões sobre o processo eleitoral brasileiro e a necessidade, na ótica do chefe do Poder Executivo da União, de aperfeiçoamento do sistema eletrônico de votação”.

 

Pílulas contra a desinformação: liberdade na democracia passa pelo acesso a informações verdadeiras

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lançou a campanha da “democracia em pílulas”, que tem o objetivo de passar informações verdadeiras sobre as eleições de 2022, combatendo as fake news.

A campanha será realizada durante todos os dias deste mês de junho. São mensagens curtas nas redes sociais para reforçar a importância do combate à desinformação no processo eleitoral.

No segundo dia o TSE publicou a seguinte mensagem:

“A democracia é o regime político que melhor preserva as liberdades fundamentais, o pluralismo, os direitos humanos, a solidariedade social e o controle dos poderes. Na democracia, o povo decide e toda tentativa de opressão deve ser recusada e combatida”.

 

Alexandre de Moraes é reconduzido para mais um biênio no TSE

O Supremo Tribunal Federal (STF) elegeu o ministro Alexandre de Moraes para atuar por mais um biênio como membro efetivo do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Nesta quinta, 2 de junho, termina o primeiro biênio de Moraes como integrante da Corte Eleitoral.

O ministro Alexandre de Moraes assumirá a Presidência do TSE no mês de agosto, substituindo o atual presidente, ministro Edson Fachin. Assim, conduzirá as Eleições Gerais de 2022, em outubro.

“Serão eleições tranquilas, limpas e transparentes, e, como diz o presidente do TSE, ministro Edson Fachin: paz e segurança nas urnas e nas eleições”, ressaltou Moraes.

Seis partidos exibem propaganda partidária essa semana

O Solidariedade, o Partido Comunista do Brasil (PCdoB), o Podemos (PODE), o Partido Liberal (PL), o Partido Verde (PV) e o Partido Novo (Novo) exibem propaganda partidária em rede nacional de rádio e televisão.

Serão 30 inserções distribuídas na programação noturna das emissoras na terça-feira (31), na quinta-feira (2) no sábado (4) e três no domingo (5), das 19h30 às 22h30. Cada inserção tem duração máxima de 30 segundos.

O tempo de propaganda de cada legenda é distribuído de acordo com o desempenho do partido nas últimas eleições gerais para a Câmara dos Deputados, realizadas em 2018.

A propaganda partidária foi restabelecida pela Lei nº 14.291/2022 e regulamentada pela Resolução nº 23.679/2022 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).